sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

O carnaval mais feliz da minha vida

Você lembra do nosso último carnaval? A cidade tava vazia, você me pegou naquela avenida e dentro do carro eu já esquecia do resto do mundo.

E corríamos pra mais um lugar que seria feito nosso. O vinho que escapuliu das minhas mãos porque você insistia em beijar a minha nuca. Daí uma marca no colchão, apenas uma dentre tantas outras marcas do que fomos nós dois.

A conversa na varanda, na cama, na sala, na cozinha. A sopa requentada, o beijo na minha barriga e fui despertada quatro horas da manhã: nunca foi tão bom acordar de madrugada.

De todas as minhas abstrações e do que me é implicíto, o meu passado é aquilo que mais respeito. Do futuro não posso dizer, ele ainda não tem cheiro, cor, não tem pessoas e marcas. Ele ainda não tem música, poema e uma gargalhada guardada.

De olhos fechados enquanto lembro e revejo, Doce, você me vem à cabeça, e só Deus sabe o quanto te amei.




6 comentários:

Sr. Silva disse...

nossa que lindo,quero um texto seu no meu blog?? diz que aceita rsrs
da uma visita ,tem musica e textos tambem no meu abraços!!
vamos manter contato.sigo seu blog e abraços!

Gabriele Fidalgo disse...

Gente, você não tem bloqueios para se expressar. Parabéns!
profundo, profundo.

Sobre o meu 'querido Tom', legal que vc gosta. ;)

beijo, mulher intensa!

Viajante Esperto disse...

Achei seu Blog muito interessante e acho que seus leitores podem também se interessar pelas minhas postagens e os meus pelas suas. O que você acha de nós fazermos uma parceria de link? Vc me divulga e eu faço o mesmo no meu blog viajanteesperto.blogspot.com.

Caso tenha interesse, é só me responder nesse email (viagensped@gmail.com) assim divulgo seu blog na mesma hora!

Boa Sorte com seu Blog,
Abçss Milena

Mulher na Polícia disse...

Minha nossa!

Encontrei um blog daqueles!

Parabéns Lu!

Parabéns!

URBAN.GO disse...

Sublime, raro, inspirado.
Já existe por aí algum livro?
Gostava de o ler. BJS, de O delicado som do silêncio.

Iasminne Fortes disse...

E a sua última frase me lembrou um trecho de O amor nos tempos do cólera: "Só Deus sabe como eu amei você." algo assim!

Adorei, Lu! Você anda colocando as palavras pra fora, se libertando sem rodeios. Isso ajuda a aliviar a intensidade.

Texto lindo demais! =*

Seguidores